15 Março 2017 Dúvidas

NF-e 3.10 será desativada em 6 de novembro e quem não fizer a migração fica impossibilitado de emitir a nota eletrônica. Cerca de 1,3 milhão de empresas emissoras de Notas Fiscais eletrônicas (NF-e) no Brasil terão que se adaptar à nova versão do documento fiscal. Desde que a NF-e foi instituída no país em 2005, já foram autorizadas aproximadamente 16 bilhões de notas fiscais eletrônicas.

A partir de 1º de junho, a versão 4.00 da NF-e entra em vigor no ambiente de homologação, onde são feitos os testes. A partir de 1º de agosto, ela passa a valer no ambiente de produção. Dia 6 de novembro, será desativada a versão 3.10 da NF-e, e as empresas que não migrarem para a 4.00 não conseguirão mais emitir a nota eletrônica.

Essa mudança de versão do documento fiscal eletrônico exige adaptações rápidas dos usuários na busca por soluções mais completas, que façam a emissão dos documentos eletrônicos e ainda agreguem outros benefícios aos negócios, como funcionalidades de controle e gestão.

“Uma ferramenta mais completa garante a emissão correta dos documentos fiscais, sem problemas com o Fisco, e ainda soma outras vantagens para o dia a dia dos empreendedores, proporcionando uma visão mais ampla da empresa e um planejamento mais eficiente”, afirma a consultora de negócios do sistema myrp, Karine Gresser.

Ela enfatiza que as empresas precisam se antecipar a esses prazos para não ter falhas na emissão. “É importante procurar uma solução especializada, que faça essas atualizações de versão sempre de forma automática, de acordo com a legislação, e ainda ofereça recursos que facilitem a gestão dos empreendedores”, acrescenta Gresser.

15 Março 2017 Dúvidas

Foi publicado no dia 1º de Fevereiro, a Instrução Normativa 10/17 que institui um novo calendário de obrigatoriedade da emissão do CFe SAT no Ceará. De acordo com a norma, será obrigatória a emissão do Cupom Fiscal Eletrônico através do Módulo Fiscal Eletrônico (MFE):

a partir de 1º de Fevereiro até 28 de Abril de 2017, para os contribuintes enquadrados nos CNAE: 4771-7/01 – Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas; 4771-7/02 – Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com manipulação de fórmulas; 4771-7/03 – Comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticos; 4771-7/04 – Comércio varejista de medicamentos veterinários; a partir do dia 1º de Fevereiro de 2017, para todos os estabelecimentos varejistas novos inscritos, independentemente do CNAE. Caso o contribuinte opte por emitir NFCe ao invés do CFe, os prazos de obrigatoriedade são os mesmos. Não serão concedidas novas autorizações de uso de equipamento ECF também a partir de 1º de Fevereiro.

No dia 2 de Maio, foi publicada pela Sefaz CE a Instrução Normativa 27 que disciplina a emissão do Cupom Fiscal Eletrônico (CFe) e da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. O estado do Ceará adotou o mesmo modelo utilizado em São Paulo onde o contribuinte será obrigado a emitir CFe, porém poderá optar pela emissão da NFCe. O equipamento emissor é chamado de MFE (Módulo Fiscal Eletrônico) e é semelhante ao SAT (Sistema Autenticador e Transmissor).

Outra semelhança nos modelos de ambos os estados é que a única contingência aceita para NFCe é a emissão pelo equipamento MFE. O contribuinte que ainda quiser emitir NFCe terá que disponibilizar ao consumidor, além do Documento Auxiliar da nota (DANFE NFCe), um documento não fiscal chamado de “Relatório de Vendas” que tem a finalidade de detalhar operação de venda realizada.

A obrigatoriedade começa a partir de 1º de Setembro de 2016, para contribuintes em início de atividade. Já em 1º de Janeiro de 2017, os demais contribuintes não optantes pelo Simples Nacional serão obrigados a emitir um dos documentos. Todos os contribuintes de todos os regimes do estado de Ceará terão que emitir CFe ou NFCe obrigatoriamente a partir de 1º de Julho de 2017.

Para emitir NFCe no lugar do CFe através do MFE, a empresa deverá requerer ao Secretário da Fazenda por escrito esta requisição. Para maiores informações, leia o texto da norma na integra.

Fonte: Instrução Normativa 27, de 22 de Abril de 2016
15 Março 2017 Dúvidas
Os empreendedores sabem que ele existe, mas ainda ficam com o “pé atrás” em decidir se investem ou não em um sistema de gestão comercial. Também conhecido como software de gerenciamento, esse recurso traz benefícios para organizações de todos os tamanhos. Porém, startups, e-commerces e PMEs conseguem até se beneficiar mais desse uso justamente por que existem opções a um custo benefício excelente para empresas desse porte: preço reduzido e mais trabalho automatizado e bem feito! Você ainda se pergunta por que deve usar um sistema de gestão comercial? Apontamos aqui 10 motivos para sua empresa adotar um agora mesmo! Otimização do trabalho na empresa Quando é necessário cuidar de várias planilhas, papéis, documentos diversos, verificar valores com diferentes pessoas da sua equipe, fazer um cálculo de um dado mensal pode levar um bom tempo. Ao utilizar um sistema de gestão comercial informações, atualizações, cálculos ficam automatizados, agilizando os processos na empresa. Integração entre os setores O trabalho também é otimizado porque as áreas da empresa e seus dados financeiros estarão integrados no software. Assim, fica fácil fazer balanços gerais, parciais, verificar dados de outro setor rapidamente e sem confusões. Redução de falhas ao tomar nota de valores Muitas vezes, uma nota é emitida por um setor mas deve ter registro em outro para confirmar a saída ou troca de um produto, por exemplo. Quando valores precisam ser registrados mais de uma vez e de forma manual pode haver confusão, o que gera dados errados. A automatização da gestão financeira põe fim a esse tipo de falha porque um valor pode ser registrado uma vez e, como dito, por ser integrado, pode ser conferido em outros setores sem duplicações e erros. Relatórios à mão Quem faz a gestão financeira com cadernos, anotações e falta de integração sabe o quanto é trabalhoso montar relatórios para ver os dados gerais de determinado período e assim se planejar para crescer e evitar erros. Mas quem usa um sistema de gestão comercial online tem relatórios financeiros prontos, emitidos pelo software segundo sua necessidade. Baixo custo Em meio a tantas vantagens trazidas por essa tecnologia, fica difícil imaginar que um software de gestão seja algo barato. Mas, acredite, é sim! Basta que você encontre um fornecedor que trabalhe com um sistema em nuvem, que ofereça um plano de assinatura mensal e com um bom suporte para a necessidade do seu negócio. Armazenamento seguro de dados Um sistema de gestão comercial online é bastante seguro para manter as informações de uma empresa. Então, não precisa ter medo! Somente você e quem autorizar poderá visualizar seus dados. Além disso, eles não se perderão: backups podem ser feitos automaticamente salvando as informações que você tem. Controle dos gastos Um software de gestão auxilia você a se planejar pois ele permite o registro e monitoramento de todos os gastos da empresa. Assim você controla o orçamento e sabe onde não pode descuidar! Não perca nenhum valor Ao criar uma rotina de atualização e verificação do que foi feito, terá todos os valores movimentados pela empresa. Assim, mesmo que uma nota se perca, você pode verificar qual o valor correto em sistema de gestão. Visualização fácil Quando falamos em controles, integrações, cálculos, estamos tratando de algo que está em um software financeiro bastante intuitivo e fácil de ser usado. Além de ter os números mais importantes a sua frente, com menus de fácil navegação, você ainda pode optar por ver isso em forma de gráficos ou relatórios. Integração com o e-commerce e sistema de emissão de NF-e Ao contar com um sistema de gestão comercial realmente preparado para atendê-lo, sua gestão já é conectada às vendas do e-commerce e às emissões de notas fiscais. Assim, você tudo tem registrado e administrado de forma fácil, rápida e online.